Pedras nos rins são uma condição comum, que afeta cerca de 10% das pessoas ao longo da vida.
A maioria das pedras nos rins se forma e sai do corpo sem sintomas, sendo expelidos na urina. Mas quando são grandes, a saída desses cálculos pode ser difícil porque bloqueia o fluxo de urina dos rins para a bexiga. Com a abstinência vem a dor. Nesse caso, a dor é mais intensa na região lombar entre as costelas e na região lombar, na parte inferior do abdômen ou na virilha.
Infelizmente, pedras nos rins durante a gravidez aumentam o risco de dar à luz antes dos 9 meses.
A causa da dor geralmente é o refluxo urinário, que causa uma pressão muito alta nas passagens ureterais (as passagens que conectam os rins à bexiga) e eventualmente retorna aos rins, fazendo com que os rins aumentem de tamanho.
Além de ser doloroso, esse bloqueio da urina pode levar a outros problemas, sendo os mais comuns as infecções que podem chegar à bexiga e aos rins.
O problema é que quando ocorre uma crise renal durante a gravidez, devido à formação do bebê, o organismo não vai conseguir lidar bem com ela, pois não consegue receber a medicação adequada junto com os procedimentos necessários.
Durante a gravidez, ocorrem mudanças fisiológicas e físicas em todo o trato urinário. Além de aumentar de tamanho em cerca de 1 cm, o rim foi deslocado pelo feto devido à vascularização renal e ao aumento do espaço intersticial durante a gravidez.
A dilatação do trato urinário superior é uma alteração marcante na gravidez, ocorrendo em aproximadamente 90% das gestações por volta da sétima semana de gestação e persistindo por até seis semanas após o parto. Esta hidronefrose (dilatação do rim através da urina) é devida ao aumento de hormônios (como a progesterona) e torna mais provável a liberação de pedras existentes.
O tratamento para pedra no rim na gravidez é conservador, isso significa que os cálculos renais não podem ser removidos cirurgicamente no período de gestação.
A maioria dos cálculos renais durante a gravidez é expelido espontaneamente, graças à dilatação do trato urinário e hidratação constante durante esse período.
Geralmente, os médicos tratam a dor causada por cálculos renais apenas com antiespasmódicos, analgésicos (paracetamol, metamizol), opioides e/ou corticosteróides.
Infelizmente, cerca de 15% a 30% das gestantes com cálculos renais acabam precisando de algum tipo de procedimento mais invasivo (cateter duplo, litotripsia ou nefrostomia no caso de abscesso). As indicações para intervenção são baseadas nos seguintes critérios:
Sim, a pedra no rim pode ser perigoso na gravidez, principalmente se não houver acompanhamento médico especializado. Durante a gravidez, os cálculos renais são uma condição com potenciais complicações, tanto para a mãe quanto para o bebê. A dor abdominal associada a esta condição, juntamente com infecções do trato urinário, são as razões mais comuns pelas quais as gestantes são hospitalizadas.
Devido à distância estreita entre os rins e o feto, as mulheres grávidas com problemas de cálculos renais devem ter cuidado extra. Uma em cada 1.500 mulheres grávidas desenvolvem complicações renais.
A cólica renal e suas complicações aumentam o risco de parto prematuro, que segundo outra pesquisa, ocorreu em até 67% dos casos. Por outro lado, a cirurgia durante a gravidez também pode aumentar o risco de gravidez.
No entanto, não se assuste e não crie situações de pânico, com acompanhamento médico e uso adequado da medicação prescrita, os riscos são minimizados.
O médico urologista para tratar pedra no rim na gravidez em Brasília é o Dr. Thiago Castro, profissional qualificado para diagnosticar e tratar condições e patologias que afetam a saúde dos órgãos do trato urinário, de homens e mulheres. Para agendar uma consulta, basta entrar em contato com a central de atendimento através do WhatsApp (61) 99284-7537 ou
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